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Fabulário
Mais do que um portfólio, uma coleção de histórias ilustradas onde cada projeto é um capítulo único.
Aqui reúno o meu trabalho de literatura e ilustração infantil, usando a linha e a cor para dar forma a ideias e evocar sentimentos.
Explora estas narrativas visuais e, se tiveres um novo projeto em mente, vamos criar a próxima história juntos.

O Coelho Sebastião e o Circo Mágico
O Coelho Sebastião era o mestre de cerimónias do circo mais famoso do reino. Vestido a rigor com o seu colete e cartola, preparava-se para o grande espetáculo da noite. Mas, momentos antes de a tenda abrir, percebeu que as luzes mágicas tinham desaparecido. Com muita astúcia e a ajuda dos seus amigos artistas, descobriu que a magia dependia apenas dos sorrisos das crianças. Quando a tenda se encheu de gargalhadas, tudo voltou a brilhar!
Fábrica de Nuvens
Numa pequena aldeia no cimo dos montes, todos se perguntavam de onde vinham as nuvens fofas do céu. O segredo pertencia ao Léo e à sua grande baleia voadora. Todos os dias, o Léo pedalava na sua engenhoca especial e a baleia soprava suavemente pelos ares, transformando o vapor das chaminés das casas em nuvens brancas e macias que embalavam o sono de toda a gente.


A Guardiã dos Telhados Vermelhos
Numa aldeia muito antiga, onde as casas eram de pedra e tinham telhados de um vermelho vibrante, os dias eram tranquilos e as noites cheias de estrelas. Os habitantes eram conhecidos pela sua alegria e bondade, mas viviam com um pequeno segredo.
No centro da aldeia, erguia-se uma torre muito especial, diferente de todas as outras. Diziam os mais velhos que, nos dias mais soalheiros, se via um vulto gracioso a dançar entre as nuvens, mas só se tiveres olhos muito atentos.
Esse vulto era Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos. Amélia não era uma pessoa comum. Tinha pernas tão longas e elegantes que conseguia dar passos gigantescos de um telhado para o outro, como se andasse sobre pernas de pau. O seu vestido amarelo brilhante parecia um raio de sol a dançar no céu azul.
Todas as manhãs, com os seus sapatos vermelhos e meias listadas, Amélia subia ao ponto mais alto da aldeia. Com um sorriso radiante, espalhava pó de fada sobre os telhados, garantindo que nenhum habitante tivesse pesadelos e que o sol brilhasse sempre intensamente.
Amélia adorava observar a aldeia do alto. Via as crianças a brincar nas ruas, os padeiros a preparar pães deliciosos e os idosos a contar histórias engraçadas. Ela era a protetora da aldeia, a guardiã dos sonhos e da felicidade de todos.
Um dia, uma grande tempestade aproximou-se da aldeia. O vento uivava e a chuva caía torrencialmente. Os habitantes, assustados, refugiaram-se nas suas casas. Amélia, ao ver o perigo, não hesitou. Com os seus passos gigantescos, saltou de telhado em telhado, acalmando o vento com a sua dança mágica e impedindo que a chuva danificasse as casas.
Graças a Amélia, a aldeia sobreviveu à tempestade. Os habitantes, agradecidos, prepararam uma grande festa em sua honra. Desde então, a história de Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos, é contada de geração em geração, como um lembrete de que, mesmo nas noites mais escuras, a esperança e a bondade sempre brilham intensamente.
No centro da aldeia, erguia-se uma torre muito especial, diferente de todas as outras. Diziam os mais velhos que, nos dias mais soalheiros, se via um vulto gracioso a dançar entre as nuvens, mas só se tiveres olhos muito atentos.
Esse vulto era Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos. Amélia não era uma pessoa comum. Tinha pernas tão longas e elegantes que conseguia dar passos gigantescos de um telhado para o outro, como se andasse sobre pernas de pau. O seu vestido amarelo brilhante parecia um raio de sol a dançar no céu azul.
Todas as manhãs, com os seus sapatos vermelhos e meias listadas, Amélia subia ao ponto mais alto da aldeia. Com um sorriso radiante, espalhava pó de fada sobre os telhados, garantindo que nenhum habitante tivesse pesadelos e que o sol brilhasse sempre intensamente.
Amélia adorava observar a aldeia do alto. Via as crianças a brincar nas ruas, os padeiros a preparar pães deliciosos e os idosos a contar histórias engraçadas. Ela era a protetora da aldeia, a guardiã dos sonhos e da felicidade de todos.
Um dia, uma grande tempestade aproximou-se da aldeia. O vento uivava e a chuva caía torrencialmente. Os habitantes, assustados, refugiaram-se nas suas casas. Amélia, ao ver o perigo, não hesitou. Com os seus passos gigantescos, saltou de telhado em telhado, acalmando o vento com a sua dança mágica e impedindo que a chuva danificasse as casas.
Graças a Amélia, a aldeia sobreviveu à tempestade. Os habitantes, agradecidos, prepararam uma grande festa em sua honra. Desde então, a história de Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos, é contada de geração em geração, como um lembrete de que, mesmo nas noites mais escuras, a esperança e a bondade sempre brilham intensamente.
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