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Fábulas
Más que un portafolio, es una colección de historias ilustradas donde cada proyecto es un capítulo único.
Aquí reúno mi trabajo en literatura infantil e ilustración, utilizando la línea y el color para dar forma a las ideas y evocar sentimientos.
Explora estas narrativas visuales y, si tienes un nuevo proyecto en mente, creemos juntos la próxima historia.

No Mundo do Faz de Conta

Fábrica de Nuvens
Numa pequena aldeia no cimo dos montes, todos se perguntavam de onde vinham as nuvens fofas do céu. O segredo pertencia ao Léo e à sua grande baleia voadora. Todos os dias, o Léo pedalava na sua engenhoca especial e a baleia soprava suavemente pelos ares, transformando o vapor das chaminés das casas em nuvens brancas e macias que embalavam o sono de toda a gente.

A Guardiã dos Telhados Vermelhos
Numa aldeia muito antiga, onde as casas eram de pedra e tinham telhados de um vermelho vibrante, os dias eram tranquilos e as noites cheias de estrelas. Os habitantes eram conhecidos pela sua alegria e bondade, mas viviam com um pequeno segredo.
No centro da aldeia, erguia-se uma torre muito especial, diferente de todas as outras. Diziam os mais velhos que, nos dias mais soalheiros, se via um vulto gracioso a dançar entre as nuvens, mas só se tiveres olhos muito atentos.
Esse vulto era Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos. Amélia não era uma pessoa comum. Tinha pernas tão longas e elegantes que conseguia dar passos gigantescos de um telhado para o outro, como se andasse sobre pernas de pau. O seu vestido amarelo brilhante parecia um raio de sol a dançar no céu azul.
Todas as manhãs, com os seus sapatos vermelhos e meias listadas, Amélia subia ao ponto mais alto da aldeia. Com um sorriso radiante, espalhava pó de fada sobre os telhados, garantindo que nenhum habitante tivesse pesadelos e que o sol brilhasse sempre intensamente.
Amélia adorava observar a aldeia do alto. Via as crianças a brincar nas ruas, os padeiros a preparar pães deliciosos e os idosos a contar histórias engraçadas. Ela era a protetora da aldeia, a guardiã dos sonhos e da felicidade de todos.
Um dia, uma grande tempestade aproximou-se da aldeia. O vento uivava e a chuva caía torrencialmente. Os habitantes, assustados, refugiaram-se nas suas casas. Amélia, ao ver o perigo, não hesitou. Com os seus passos gigantescos, saltou de telhado em telhado, acalmando o vento com a sua dança mágica e impedindo que a chuva danificasse as casas.
Graças a Amélia, a aldeia sobreviveu à tempestade. Os habitantes, agradecidos, prepararam uma grande festa em sua honra. Desde então, a história de Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos, é contada de geração em geração, como um lembrete de que, mesmo nas noites mais escuras, a esperança e a bondade sempre brilham intensamente.
No centro da aldeia, erguia-se uma torre muito especial, diferente de todas as outras. Diziam os mais velhos que, nos dias mais soalheiros, se via um vulto gracioso a dançar entre as nuvens, mas só se tiveres olhos muito atentos.
Esse vulto era Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos. Amélia não era uma pessoa comum. Tinha pernas tão longas e elegantes que conseguia dar passos gigantescos de um telhado para o outro, como se andasse sobre pernas de pau. O seu vestido amarelo brilhante parecia um raio de sol a dançar no céu azul.
Todas as manhãs, com os seus sapatos vermelhos e meias listadas, Amélia subia ao ponto mais alto da aldeia. Com um sorriso radiante, espalhava pó de fada sobre os telhados, garantindo que nenhum habitante tivesse pesadelos e que o sol brilhasse sempre intensamente.
Amélia adorava observar a aldeia do alto. Via as crianças a brincar nas ruas, os padeiros a preparar pães deliciosos e os idosos a contar histórias engraçadas. Ela era a protetora da aldeia, a guardiã dos sonhos e da felicidade de todos.
Um dia, uma grande tempestade aproximou-se da aldeia. O vento uivava e a chuva caía torrencialmente. Os habitantes, assustados, refugiaram-se nas suas casas. Amélia, ao ver o perigo, não hesitou. Com os seus passos gigantescos, saltou de telhado em telhado, acalmando o vento com a sua dança mágica e impedindo que a chuva danificasse as casas.
Graças a Amélia, a aldeia sobreviveu à tempestade. Os habitantes, agradecidos, prepararam uma grande festa em sua honra. Desde então, a história de Amélia, a Guardiã dos Telhados Vermelhos, é contada de geração em geração, como um lembrete de que, mesmo nas noites mais escuras, a esperança e a bondade sempre brilham intensamente.
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